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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010
OBSERVÂNCIA NÃO É RESTRIÇÃO

 

OBSERVÂNCIA NÃO É RESTRIÇÃO Rabino Nilton Bonder Um dos conceitos que normalmente associamos à observância é o de sacrifício. Observar é sinônimo de restringir-se nas mais diversas áreas da vida. Não comer isto, não poder ir a certo lugar em certa hora etc. Recentemente num debate sobre ética, ouvi a definição de duas áreas de busca da vida humana: a felicidade e o dever. A primeira diria respeito à luta apara não abrir mão de tudo aquilo que desejamos. A Segunda, interferindo na primeira, seria responsável por adequar e temperar a ditadura do imediatismo da busca da felicidade. O dever seria o produto da consciência de metas a médio e longo prazos. O difícil conceito das mitzvot, dos mandamentos e da observância, propõe uma visão menos dicotomizada dos interesses humanos. As mitzvot foram dadas para serem obedecidas; são o cerne do sagrado, mas delas deveria o observante derivar um enorme prazer. "Pois quis o Abençoado Seja trazer mérito a Israel e, para isto, outorgou-lhe mandamentos em abundância", diz a Ética dos Ancestrais. De qualquer maneira, a mitzvá para que possa gerar prazer deve produzir um certo discernimento. E é isto que os não-observantes têm dificuldade em compreender: quem observa discerne e, portanto, não se restringe, agindo assim por escolha deliberada. O filósofo Martin Buber, ao discutir a relação com os mandamentos, utiliza dois conceitos importantes: compromisso e discernimento. O discernimento é obtido pela razão e o compromisso com a tradição. Todo o verdadeiro discernimento deveria levar a uma forma de compromisso. Revolucionária, no entanto, seria a segunda metade do corolário - todo o compromisso devendo levar a um discernimento. Poder comprovar esta proposição significa dizer que a experiência da mitzvá também é da ordem da felicidade - da opção assumida por interesse no melhor de si. A própria essência da mitzvá, de que a priori é uma obrigação, tende a interferir com a possibilidade de ser da ordem da felicidade. Isto encerraria a questão, não fosse o fato do discernimento humano ser limitado e da mitzvá, do feito, da experiência trazer luz ao que o discernimento não pode iluminar. O fazer da mitzvá é também por definição descobrir um sentido que é libertado desde um lugar não-racional. Os comentários rabínicos em profusão afirmam que a mitzvá só pode ser realizada como uma obrigação. Se alguém é vegetariano, por exemplo, e por conseqüência disto observa todas as restrições da kashrut, esta pessoa não é kasher - a kashrut pressupõe um sagrado que a comanda. Sem este senso, apenas com o discernimento (vegetarianismo), não podemos dar conta de algo do mundo do compromisso. No entanto, o senso de sagrado pode incluir outras restrições ainda mais amplas, desde que preservemos a conexão com o ato de sermos mandados. Poderia o discernimento trazer novos compromissos que não estivessem estipulados no próprio compromisso? Diria a tradição judaica que sim, desde que estes novos compromissos não fossem da ordem da abstinência e da auto-flagelação. Estas práticas de sacrifício que existiram em todos os momentos da história foram criticadas e muitas vezes ironizadas pelos rabinos. D'us não precisa de abstenções de coisas boas. A vida é para ser vivida em toda a sua plenitude. Assim sendo, os compromissos extras assumidos em uma observância só seriam aceitos pela tradição se fossem da ordem da felicidade e não da ordem pura e simples da restrição, e só poderiam ser compromissos se não fossem discernimentos racionais. Se seguirmos estas regras, perceberemos que a autoridade para tornar algo kasher, para reduzir ou ampliar suas fronteiras ("é proibido aumentar e diminuir"), não pode se dar no âmbito individual, e sim coletivo. Se uma dada coletividade, mesmo que uma parcela dela, caracteriza certos discernimentos como parte de seus compromissos e se percebe compelida a observar por ordem, por mandamento, acaba de se dar a halachá (a caminhada) da lei. É óbvio que este processo não pode acontecer no tempo de uma moda. Seu tempo é outro, mas não é o sempre. Assim, novos olhares se traduzirão em novos compromissos - novos velhos compromissos. É este o componente de tanta discórdia: o sagrado é uma ordem da convenção e não da razão, mas a convenção é impactada pelo processo de compreensão humana do mundo. Foi isto que os rabinos da Mishná e Talmud fizeram - eles mesmos, como coletividade, instauraram compromissos, marcados pelo discernimento de seus dias. Compromissos e discernimentos criam-se uns aos outros. Num local limítrofe recôndito como o infinitesimal instante-espaço, onde os elementos subatômicos se misturam, existe um compromisso que é puro discernimento e um discernimento que é puro compromisso. Deste local D'us emana sua vontade. Este local teórico é Tsion - de lá se expedirá a Torá. É este lugar da identidade de uma dada geração (ou grupos significativos de uma dada geração) que se exprime na observância do dia. Shabat será sempre Shabat - o dia que D'us descansou. Mas tshulent ser Shabat não será eterno. As roupas não serão eternas, as cidades, os rabinos e, num tempo maior, as idéias de descanso não serão as mesmas. D'us e as idéias acerca Dele/dela não serão as mesmas. Mas haverá Shabat e haverá, quero crer, judeu. Quando pela imaginação do midrash Moisés é levado por D'us a conhecer o futuro e lhe colocam na sala de aula de rabi Akiva, milênio e tanto posterior a ele, não entende o que rabi Akiva fala. A não ser por uma referência a seu nome, desconhece a própria fé da qual é fundador. O sagrado é que haverá Shabat no futuro, pois D'us descansou. Sua observância terá que preservar o senso de que D'us mandou e alguém deverá, muito além de seu discernimento, se sentir comprometido a bancar esta mitzvá. O grande desafio para as nossas gerações, tão profundamente laicas, é resgatar a noção de que ser mandado (metsuvé) é um componente importante do sentido; de que a observância não é uma restrição mas um discernimento de outra ordem: um compromisso. Desconfortavelmente próxima da obsessão e do controle, a questão da observância é mais séria e profunda de todas as questões a serem colocadas por uma cultura. Descobrir-se mandado é poder romper com todas as relativizações que a racionalidade nos permite. É o resgate de um componente intuitivo e instintivo que, como dissemos, compõe o sentido. Quando uma geração consegue sentir-se comandada cabe a pergunta: de que maneira, honrando a percepção de mandados dos ancestrais, nós nos sentimos mandados? A expressão desta resposta é o que de mais importante uma geração uma geração tem a legar para seu futuro. Abster-nos de nossos compromissos, por conta do discernimento, é romper com um encadeamento do passado ao futuro no qual afirmamos da maneira mais eloqüente, pelo fazer, pelo observar, aquilo que de sentido conseguimos dar às nossas vidas.



publicado por ribeiro335 às 19:30
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Quarta-feira, 7 de Abril de 2010
ESPIRITO SANTO

ESPIRITO SANTO O Espírito de Deus é Deus em ação dentro de nós, sobre nós ou em torno de nós. É Deus operando, fazendo coisas acontecerem no mundo. Não podemos ver o Espírito, mas podemos ver os resultados do seu poder. O Espírito de Deus estava presente quando o mundo foi criado. Deus enviou seu Espírito para fazer coisas poderosas entre seu povo, Israel. Mais tarde, Deus enviou seu Espirito quando Jesus viveu na terra e desde então o Espírito tem estado presente com os cristãos. O ESPíRITO NO VELHO TESTAMENTO A Bíblia usa a palavra "espírito" de três maneiras diferentes. É um vento de Deus, o sopro da vida e um espírito que enche uma pessoa com emoção forte e poder. DESCRIÇÕES No livro de Gênesis, foi o vento de Deus que fez com que as águas do Dilúvio parassem de subir (Gênesis 8:1). Este mesmo vento de Deus soprou gafanhotos por todo o Egito (Êxodo 10:13) e enviou codornizes para os israelitas comerem (Êxodo 14:21). Deus soprou vento de suas narinas para abrir as águas do Mar Vermelho de tal maneira que os israelitas pudessem atravessar em terra seca. Em Gênesis 2:7, lemos que Deus criou o homem soprando Seu Espírito dentro dele. Os seres humanos só têm vida por causa do sopro da vida , ou espírito que está dentro deles. Através do seu Espírito, Deus é a fonte de toda a vida, tanto animal quanto humana. No Velho Testamento o Espírito de Deus algumas vezes enchia as pessoas, fazendo com que elas dissessem ou fizessem coisas que normalmente não poderiam fazer, de modo a atender os propósitos de Deus. As pessoas cheias do Espírito passavam a ter grande responsabilidade por causa do Espírito que estava dentro delas. Líderes eram reconhecidos por causa do Espírito dentro deles. Em Juízes 3, O Espírito de Deus encheu um homem chamado Otniel. Ele se tornou juiz e foi capaz de vencer uma guerra e manter a paz em Israel durante quarenta anos. O Espírito de Deus também encheu outros juízes tais como Gideão e Jefté. Por causa do Espírito de Deus, eles foram capazes de conquistar seus inimigos. Algumas vezes, como no caso de Saul, Deus mandaria um espírito mau para preencher alguém a fim de que seus planos se cumprissem (I Samuel 16:14-16; Juízes 9:23; I Reis 22:19-23). O ESPíRITO ATUANDO ENTRE OS PROFETAS Os profetas no Velho Testamento tinham a tarefa de entregar mensagens do Espírito de Deus para o povo. Era importante para o povo saber a diferença entre um falso profeta e o verdadeiro profeta de Deus. O termo "Espírito Santo" é usado nos Salmos e em Isaías para separar o Espírito de Deus de qualquer outro espírito, tanto de homem quanto de Deus (Salmo 51:11; Isaías 63:10-11). Um falso profeta não tinha o Espírito Santo. Um profeta que tinha uma mensagem do Espírito Santo deveria ter o caráter de uma pessoa obediente a Deus. O povo poderia reconhecer o falso profeta pela avaliação de seu caráter bem como pela mensagem que ele entregava. Os profetas escreveram sobre o Espírito de duas maneiras significativas. O Espírito inspirava profecia que seria conhecida novamente no futuro, quando Jesus estivesse na terra. Os últimos profetas, como Ezequiel, Ageu e Zacarias, proclamaram que o Espírito era o inspirador da profecia. Isto significa que o Espírito lhes deu as palavras que proclamaram e registraram. O Espírito de Deus era responsável por tudo que os escritores da Bíblia registraram. Os profetas também escreveram que Deus mostraria seu poder através do Espírito no futuro. Isaías profetizou que o Espírito viria outra vez para ungir um homem que traria salvação para todas as pessoas (Isaías 11:2; Isaías 42:1; Isaías 61:1). Ele estava falando de Jesus, o Messias. O Messias era o rei que os judeus estavam esperando. Através de Jesus, o Espírito teria liberdade sobre Israel (Ezequiel 39:29; Joel 2:28-29; Zacarias 12:10) como parte de uma nova aliança entre Deus e o homem (Jeremias 31:31-34; Ezequiel 36:26-27). A aliança era uma promessa de Deus de que mandaria seu Espírito para dirigir seu povo. Os israelitas haviam quebrado sua antiga aliança com Deus porque continuaram a desobedecê-lo. Sob a nova aliança, Deus prometeu perdoá-los. Entre o tempo do Velho e do Novo Testamento, acreditava-se que o Espírito não estava mais presente em Israel. Durante aquele tempo a voz do Espírito não era mais ouvida através da voz dos profetas. Mas o Espírito foi conhecido de novo quando o Messias, Jesus Cristo, veio à terra.



publicado por ribeiro335 às 23:37
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FESTA

FESTAS E FESTIVAIS DE ISRAEL

Deus desejava que seu povo tivesse dias especiais em que o trabalho seria interrompido e o tempo gasto em se lembrar Dele. Então, deu-lhes feriados especiais. Na Bíblia, esses feriados são mencionados como "festas" ou "festivais". Isto não significava necessariamente que havia uma quantidade de comida ou que tinham uma grande festa, embora alguns desses feriados os incluíssem. Quase sempre o feriado tinha a função de ser uma lembrança especial do que Deus tinha feito para ajudar Israel no passado.

AS FESTAS E SUAS FUNÇÕES
Com exceção de celebrações particulares, tais como casamentos ou nascimentos, toda a nação de Israel participava das festas ou festivais. Frequentemente a festa comemorava um evento particular ou celebrava um importante ideal da nação. As pessoas conversavam sobre Deus e sobre o que Ele esperava de Seu povo e também aproveitavam aquela oportunidade para contar aos seus filhos o que Deus havia feito. As pessoas não tinham livros que pudessem ler, então as crianças ouviam estórias para aprender de Deus. Os feriados davam às pessoas a oportunidade de contar as grandes estórias da fidelidade de Deus por elas. As celebrações de Israel constantemente faziam-nas relembrar de seu relacionamento com Deus.
As festas do antigo Israel eram celebrações alegres. Usualmente suas festas comemoravam tempos específicos quando Deus os alcançou poderosamente para intervir por seu povo ou tempos em que cuidou deles durante grande dificuldade e perigo. Cada vez que a nação inteira celebrava junto dessa forma, eles se uniam espiritualmente e isto era uma grande fonte de força para a nação.

OS FESTIVAIS NO VELHO TESTAMENTO

FESTIVAIS HABITUAIS
O s israelitas tinham uma série de celebrações - o que pode parecer surpreendente quando se pensa quão duro o povo tinha que trabalhar para sobreviver. No entanto talvez essas celebrações fossem uma bem-vinda parada nesse trabalho.
Um casamento era uma das ocasiões mais óbvias para celebrar. Frequentemente uma cidade inteira era convidada (Gênesis 29:22). Algumas festas de casamento duravam uma semana (Juízes 14:17). O aniversário de uma pessoa era outra ocasião para celebração, frequentemente muito festiva, mais ainda se uma pessoa da realeza estivesse envolvida (Gênesis 40:20). Outras celebrações mencionadas na Bíblia incluem festas para os servos quando o rei assim o desejava (I Reis 3:15), um enorme festival quando Salomão dedicou o templo (I Reis 8:65), festas feitas por reis e rainhas para marcar certas ocasiões ou para mostrar benevolência aos outros (Ester 1:3; 2:18; 5:4, 14; 7:2,7; Daniel 5:1). Mesmo a tosquia da primeira ovelha era motivo para festa (Deuteronômio 18:4).

FESTIVAIS CELEBRADOS ANTES DO EXíLIO
Deus deu esses festivais a Israel e ordenou que fossem celebrados (Levítico 23:1-2). Eles se concentravam na pessoa de Deus. Tinham o propósito de lembrar o povo do que Deus fizera por eles no passado e a ajudá-los a saber que bênçãos contínuas e proteção de Deus dependiam de sua obediência à vontade Dele.

SÁBADO
Primeira na lista de celebrações encontradas em Levítico 23:1 é a ordem para que o povo observasse o Sábado. É o sétimo dia no qual Deus descansou do seu trabalho de criação (Gênesis 2:3). Entre os Dez Mandamentos de Moisés, o quarto é lembrar do Sábado "para o santificar" (Êxodo 20:8-11). Isso significava que o povo não devia trabalhar naquele dia. Lembrava-lhes que Deus descansou da criação (31:17) e que livrou seu povo da escravidão no Egito (Deuteronômio 5:12-15).



publicado por ribeiro335 às 23:35
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BÍBLIA

Formada por 66 livros contendo estórias, profecias e orientações para uma vida devotada, a Bíblia é a mensagem de Deus para o seu povo. De Moisés ao apóstolo Paulo, Deus inspirou homens para registrar suas palavras a fim de transmiti-las a outras pessoas. É ferramenta para entendimento da vontade de Deus para nossas vidas. É uma revelação especial de Deus. Explica como Ele é, como espera que nos comportemos e as conseqüências de aceitarmos ou rejeitarmos sua mensagem. É um dos livros mais traduzidos e lidos no mundo todo. Proclama a obra amorosa e redentora de Deus para os que não conhecem Jesus Cristo. Tem tocado milhares de corações com suas promessas de esperança. A Bíblia revela quem Deus é, o que Cristo fez por nós e como devemos viver para refletir sua maravilhosa obra em nós.

VELHO TESTAMENTO
Formado por 39 livros escritos originalmente em hebraico, é um relato histórico da obra de Deus na terra antes do nascimento de Jesus. Moisés, Isaías, Daniel e Davi estão entre os escritores que durante milhares de anos escreveram o Velho Testamento, que se divide em 3 partes principais: História, Poesia e Profecia.

OS LIVROS HISTÓRICOS
Começam com os 5 livros de Moisés, formando o Pentateuco. Eles contêm a história da criação do universo, Adão e Eva no Jardim do Édem, o grande Dilúvio, o êxodo dos israelitas da escravidão no Egito. O Pentateuco também contém as primeiras leis de Deus para seu povo. Elas foram dadas a Moisés nos Dez Mandamentos (Êxodo 20:1-17) e ensinavam os israelitas a honrarem a Deus em tudo que fizessem.

Depois que tomaram posse da terra que Deus os havia prometido, os israelitas se tornaram uma nação poderosa. Começando com a escolha de Saul como primeiro rei de Israel, os livros históricos contam os feitos do rei Davi, seu filho Salomão e os que os sucederam. Alguns reis, como Asa, seguiram as leis de Deus e foram abençoados. Outros, como Acabe,

Foram desobedientes e adoraram ídolos. Por causa disso, Deus disse que destruiria o reino de Israel, que seria conquistado e escravizado pelos impérios da Assíria e da Babilônia.

OS LIVROS POÉTICOS
No centro do Velho Testamento há 5 livros poéticos escritos principalmente pelos reis Davi e Salomão. Esses livros incluem canções de louvor a Deus (os Salmos), princípios de sabedoria (Provérbios e Eclesiastes) e um maravilhoso poema de amor entre uma noiva e um noivo (Cântico dos Cânticos). Neles encontramos maravilhosas meditações sobre o amor de Deus por nós, seu poder sobre toda a criação e seu desejo do nosso respeito e temor.
OS LIVROS PROFÉTICOS Vêm depois dos livros poéticos e foram escritos por cerca de dezesseis diferentes autores. Isaías, Jeremias e Daniel, que escreveram livros mais longos, são os profetas maiores. Ageu, Zacarias e Malaquias estão entre os profetas menores, cujos livros são mais curtos. Esses livros falam do desapontamento de Deus porque Israel não seguiu suas ordens, relembram ao povo o amor incondicional de Deus por ele, além de apregoarem a vinda do Messias que redimiria Israel para sempre.
O NOVO TESTAMENTO
Seus 27 livros escritos foram escritos em grego e num espaço de cerca de 50 anos. Sua mensagem principal se refere à obra redentora de Jesus Cristo e à primitiva igreja cristã, mas também oferece preciosos mandamentos sobre a vida com Deus. Pode ser dividido em 3 partes: Evangelhos, as Epístolas e Profecia.
OS EVANGELHOS
Os quatro primeiros livros do Novo Testamento são os Evangelhos, que contam a história do nascimento, vida, morte e ressurreição de Jesus. Eles também relembram os ensinamentos de Jesus para seus discípulos, como segui-lo e continuar sua obra depois de seu retorno ao céu. Em seguida, vem o livro de Atos onde estão registrados os primórdios da igreja e a obra dos discípulos de Jesus realizando milagres e pregando o Evangelho.

AS EPíSTOLAS
Seguindo Atos vêm as epístolas ou cartas que o apóstolo Paulo e outros escreveram para encorajar os primeiros cristãos na sua caminhada com Jesus. As cartas nos proporcionam ricas diretrizes sobre os desejos de Deus para a nossa atividade diária.

O LIVRO PROFÉTICO
O último livro do Novo Testamento é Apocalipse, um livro profético que detalha a próxima vinda de Cristo à terra.
A VERDADE E AUTORIDADE DA BíBLIA
Muitas pessoas afirmam que toda verdade é relativa e que não existe um Deus autoritário. Para elas, Cristianismo é uma questão de opinião ou preferência, pois não há um conjunto de crenças absolutamente verdadeiras.

Mas Deus nos deu o majestoso universo como lembrança da Sua autoridade e do desejo íntimo de nosso relacionamento com Ele.

A Bíblia é a "revelação especial" de Deus. Ela nos relembra nossa natureza pecadora e nossa responsabilidade diária para com Deus e seus mandamentos. Com a sua leitura aprendemos que Deus é todo-poderoso e tem autoridade ilimitada sobre todas as pessoas. Quando rejeitamos seus ensinamentos, estamos rejeitando a Deus e negando a autoridade que Ele tem sobre toda a Criação. Rejeitar a Deus não é fato novo. Os israelitas vagaram no deserto porque não creram que Deus os protegeria. O Rei Acabe erigiu ídolos a falsos deuses. Jonas se negou a ir para Nínive apesar da ordem de Deus. Quando ignoramos as promessas de bênçãos de Deus sobre nós, estamos deliberadamente desobedecendo a Sua pessoa e seguindo nossos próprios desejos e vontades. A Bíblia nos alerta da autoridade eterna de Deus sobre todas as pessoas.

Muitas dessas mesmas pessoas que negam a autoridade de Deus também dizem que a Bíblia não é verdadeira porque homens - propensos a erros - a escreveram. É certo que se os escritores bíblicos não eram pessoas perfeitas, a Bíblia é clara em afirmar que foi um trabalho inspirado por Deus e, portanto, perfeito. O apóstolo Paulo escreve que toda Escritura é "inspirada por Deus (II Tímóteo 3:16) e Pedro explica que "nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo" (II Pedro 1:21). Isto inclui o Velho e o Novo Testamento. A Palavra de Deus é revestida de autoridade para que possamos conhecer a verdade.



publicado por ribeiro335 às 23:27
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Sexta-feira, 26 de Março de 2010
BATISMO

BATISMO

VISÃO GERAL

Batismo é o anúncio público de uma experiência pessoal. É um ato cristão de obediência e um testemunho público do desejo do crente de se identificar com Cristo e segui-lo. Jesus nos deu seu exemplo e ordenou o ensino sobre o batismo. João Batista batizou Jesus no Rio Jordão, deixando-nos o exemplo para fazer o mesmo como uma afirmação pública da nossa fé. Da mesma forma, Jesus mandou que seus discípulos batizassem outros crentes (Mateus 28:19).

O batismo é um símbolo da morte, sepultamento e ressurreição de Cristo. É uma visão externa da mudança interna de uma pessoa. O crente deixa para trás a velha maneira de viver em troca de uma nova vida em Cristo. É símbolo de salvação - não um requisito para a vida eterna. Entretanto, como um ato de obediência, também não é opcional para os cristãos. O batismo indica nosso desejo de dizer à nossa igreja e ao mundo que estamos comprometidos com a pessoa de Jesus e seus ensinamentos.

O BATISMO DE JOÃO
Batismo significa mergulhar ou imergir. Um grupo de palavras diversas podem ser usadas para significar um rito religioso para um ritual de limpeza. No Novo Testamento, se tornou o rito de iniciação na comunidade cristã e era interpretado como morte e nascimento em Cristo.

João, o Batista, pregava o "batismo de arrependimento para o perdão dos pecados" (Lucas 3:3). Todos os evangelistas concordam sobre isso (Mateus 3:6-10; Marcos 1:4-5; Lucas 3:3-14). Reconhecemos o batismo como símbolo do nosso redirecionamento na vida. Nós nos arrependemos de nossa velha maneira de viver em pecado e desobediência. Mudamos a rota e damos uma nova partida.

As origens do batismo de João são difíceis de traçar. Possui semelhanças e diferenças em relação a obrigações e exigências feitas pelos judeus aos pagãos novos convertidos, tais como o estudo da Torá, circuncisão e o ritual do banho para expiar todas as impurezas do passado gentio.

A prática do batismo de João tinha os seguintes resultados:
1. Era intimamente relacionado com arrependimento radical, não somente dos judeus, mas também dos gentios.
2. Indicava claramente ser preparado para o Messias, que batizaria com o Espírito Santo e traria o batismo de fogo (Mateus 3:11).
3. Simbolizava purificação moral e assim preparava as pessoas para a vinda do reino de Deus (Mateus 3:2; Lucas 3:7-14).
4. A despeito da óbvia conexão entre o cerimonial de João e a igreja primitiva, o batismo realmente desapareceu do ministério direto de Jesus.

De início, Jesus permitiu que seus discípulos continuassem o ritual (João 3:22), porém mais tarde aparentemente ele descontinuou essa prática (João 4:1-3), provavelmente pelas seguintes razões:

1. A mensagem de João era funcional, enquanto a de Jesus era pessoal.
2. João antecipou a vinda do reino de Deus, enquanto Jesus anunciou que o Reino já havia chegado.
3. O rito de João era uma passagem intermediária até o ministério de Jesus.

O BATISMO DE JESUS
Este fato marcou o início do ministério de Jesus. Alguns estudiosos discutem o fato de João Batista, ter batizado Jesus. Entretanto, o propósito e significado do batismo de Jesus permanecem controversos. João Batista proclamava que o reino dos céus estava próximo e o que o povo de Deus deveria se preparar para a chegada do Senhor através da renovação da fé em Deus. Para João, isso significava arrependimento, confissão de pecados e prática do bem. Assim sendo, por que Jesus foi batizado? Se Jesus não era pecador, como o Novo Testamento proclama (II Coríntios 5:21; Hebreus 4:15; I Pedro 2:22), por que se submeteu ao batismo de arrependimento para perdão dos pecados? Os Evangelhos respondem.
O EVANGELHO DE MATEUS
O relato de Mateus sobre o batismo de Jesus é mais detalhado do que o de Marcos. Começa destacando a relutância de João Batista em batizar Jesus (Mateus 3:14), que foi persuadido somente depois de Jesus lhe ter explicado: "Deixa por enquanto, porque assim nos convém cumprir toda a justiça." (Mateus 3:15). Embora o significado pleno dessas palavras seja impreciso, elas pelo menos sugerem que o batismo de Jesus era necessário para cumprir a vontade de Deus.

Tanto no Velho como no Novo Testamento (Salmo 98:2-3; Romanos 1:17) a justiça de Deus é vista como a salvação Dele para o Seu povo. Por isso o Messias pode ser chamado de "O Senhor é nossa justiça" (Jeremias 23:6, Isaías 11:1-5). Jesus disse a João Batista que seu batismo era necessário para fazer a vontade de Deus em trazer a salvação sobre seu povo. Assim a declaração do Pai no batismo de Jesus é apresentada na forma de uma declaração pública. Enfatizava que Jesus era o servo ungido de Deus pronto para iniciar seu ministério, trazendo a salvação do Senhor.

O EVANGELHO DE MARCOS
Marcos apresenta o batismo de Jesus como uma preparação necessária para seu período de tentação e ministério. Em seu batismo Jesus recebeu a aprovação do Pai e a unção do Espírito Santo (Marcos 1:9-11). A ênfase de Marcos na relação especial de Jesus com o Pai, - "Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo"(Marcos 1:11) - aproxima duas importantes referências do Velho Testamento. A messianidade de Jesus é apresentada de uma maneira totalmente nova, na qual o Messias reinante (Salmo 2:7) é também o Servo Sofredor do Senhor (Isaías 42:1). A crença popular judaica esperava um Messias reinante que estabeleceria o reino de Deus, não um Messias que sofreria pelo povo. No pensamento dos judeus a chegada do reino dos céus estava também associada com ouvir a voz de Deus e com a dádiva do Espírito de Deus.
O EVANGELHO DE LUCAS
Lucas menciona rapidamente o batismo de Jesus, colocando-o em paralelo ao batismo de outros que se referiram a João Batista (Lucas 3:21-22). Ao contrário de Mateus, Lucas coloca a genealogia de Jesus depois de seu batismo e antes do início de seu ministério. O paralelo com Moisés, cuja genealogia ocorre logo antes do início de seu trabalho (Êxodo 6:14-25), não é mera coincidência. Provavelmente pretendeu-se ilustrar o papel de Jesus ao trazer livramento (salvação) ao povo de Deus assim como Moisés fez no Velho Testamento. Em seu batismo, na descida do Espírito Santo sobre si, Jesus estava apto a desempenhar a missão para a qual Deus O havia chamado. Em seguida a sua tentação (Lucas 4:1-13), Jesus entrou na sinagoga e declarou que havia sido ungido pelo Espírito para proclamar as boas novas (Lucas 4:16-21). Que o Espírito se fez presente no Seu batismo para ungi-lo (Atos 10:37-38).
Em seu relato, Lucas tentou identificar Jesus com as pessoas comuns. Isso é visto no berço da história (com Jesus nascido num estábulo e visitado por humildes pastores, Lucas 2: 8-20) e através da genealogia (enfatizando a relação de Jesus com toda a humanidade, Lucas 3:38) logo depois do batismo. Assim, Lucas via o batismo como o primeiro passo de Jesus para se identificar com aqueles que Ele veio salvar. Somente alguém que era semelhante a nós poderia se colocar em nosso lugar como nosso substituto para ser punido com morte pelo pecado. Jesus se identificou conosco a fim de mostrar Seu amor por nós.

No Velho Testamento o Messias era sempre inseparável do povo que representava (veja Jeremias 30:21 e Ezequiel 45-46). Embora o "servo" em Isaías seja algumas vezes visto de maneira conjunta (Isaías 44:1) e outras vezes como indivíduo (Isaías 53:3), ele é sempre visto como o representante do povo de Deus (Isaías 49:5-26), assim como o servo do Senhor. Evidentemente Lucas, bem como Marcos e Mateus, estava tentando mostrar que Jesus, como representante divino do povo, tinha se identificado com ele no batismo.

O EVANGELHO DE JOÃO
O quarto Evangelho não diz que Jesus foi batizado, mas que João Batista viu o Espírito descendo sobre Jesus (João 1:32-34). O relato enfatiza que Jesus foi a João Batista durante seu ministério de pregação e batismo; João Batista reconheceu que Jesus era o Cristo, que o Espírito de Deus estava sobre Ele e que era o Filho de Deus. João Batista também reconheceu que Jesus, batizava com o Espírito Santo, ao contrário de si mesmo (João 1: 29-36). João Batista descreveu Jesus como o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1:29). O paralelo do Velho Testamento mais próximo desta afirmação se encontra na passagem do "servo do Senhor" (Isaías 53: 6-7). É possível que "Cordeiro de Deus" seja uma tradução alternativa da expressão aramaica "servo de Deus".

A idéia de Jesus como aquele que tira os pecados das pessoas é obviamente o foco do quarto Evangelho. Seu escritor sugere que João Batista entendeu que Jesus era o representante prometido e salvador do povo.

AS CONCLUSÕES DOS EVANGELHOS
Nos quatro Evangelhos está claro que o Espírito Santo veio sobre Jesus no seu batismo para capacitá-lo a fazer a obra de Deus. Os quatro escritores reconheceram que Jesus foi ungido por Deus para cumprir sua missão de trazer salvação ao mundo. Essas idéias são a chave para o entendimento do batismo de Jesus. Naquela ocasião no início de seu ministério, Deus ungiu Jesus com o Espírito Santo para ser o mediador entre Deus e o seu povo. No seu batismo Jesus foi identificado como aquele que carregaria os pecados das pessoas; Jesus foi batizado para se identificar com o povo pecador. Da mesma forma, nós somos batizados para nos identificarmos com o ato de obediência de Jesus. Seguimos seu exemplo fazendo uma pública confissão do nosso comprometimento com a vontade de Deus.



publicado por ribeiro335 às 15:00
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AMOR

AMOR

O amor é um tema muito importante para os cristãos. Jesus ensinou que os mandamentos mais importantes eram amar a Deus e amar o nosso próximo; eles sintetizavam todos os outros mandamentos que Deus deu a Moisés. Paulo e João também escreveram sobre o amor como sendo a parte mais importante na vida de um cristão. Dado à importância de seu conhecimento, vejamos o que a Bíblia nos diz sobre isso.

NO VELHO TESTAMENTO
No Velho Testamento, o amor erótico é abordado nas estórias de Adão e Eva, Jacó e Raquel e em Cântico dos Cânticos. Uma forma mais profunda de amor, envolvendo lealdade, constância e bondade é expressa em hebraico pela palavra “hesed”.
O verdadeiro significado dessa palavra está claro em Oséias 2:19-20: “Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias; desposar-te-ei comigo em fidelidade e conhecerás ao Senhor”.
No Velho Testamento muitos profetas alertaram o povo de Israel sobre o fato de que Deus, em seu amor, estava decidido a disciplinar seu povo se fosse desobedecido. Mesmo sendo necessário disciplinar, o amor de Deus não muda. Durante o exílio, o amor de Deus se manteve com infinita paciência e não abandonou os israelitas mesmo quando o desobedeciam. O amor de Deus traz em si bondade, ternura e compaixão (Salmos 86:15; 103:1-18; 136 e Oséias 11:1-4). Entretanto, sua principal característica é a obrigação moral para com o bem-estar do outro.
Embora o amor de Deus seja incondicional, Ele esperava que os israelitas correspondessem aos Seus atos de amor. A lei de Deus os encorajava a serem gratos por sua redenção (Deuteronômio 6:20-25). Deus esperava que mostrassem isso sendo bondosos para com os pobres, os fracos, os estrangeiros, escravos, viúvas e todas as pessoas que sofriam qualquer tipo de crueldade. De igual modo, Oséias esperava que o amor constante entre os israelitas resultasse do amor constante que Deus havia mostrado por eles. (Oséias 6:6, 7; 7:1-7 e 10:12-13).
Assim, amor a Deus e ao “próximo como a ti mesmo” (Levítico 19:18) estão interligados nas leis e profecias de Israel. A forma de amor mais importante descrita no Velho Testamento era baseada em três idéias principais: o amor de Deus pelos israelitas, a qualidade moral do amor e o íntimo relacionamento entre o amor a Deus e o amor ao próximo.

NO NOVO TESTAMENTO
Os gregos empregavam três palavras para amor: “Eros”, amor sexual, que não ocorre no Novo Testamento; “phileo”, afeição natural, ocorre cerca de 25 vezes: “ágape”, benevolência ou boa disposição moral que resulta de respeito, princípio ou obrigação em vez de atração. “Ágape” e “hesed” envolvem uma idéia de dedicação. Ágape significa exatamente amar o indigno, a despeito de desapontamento e rejeição. Ágape se aplica muito apropriadamente ao amor divino.

NOS EVANGELHOS SINÓTICOS
Jesus demonstrou seu amor divino através da compaixão, da cura milagrosa de pessoas que sofriam e de sua preocupação com os que viviam alienados ou em desespero. Por isso, o reino sobre o qual lhes falava, oferecia boas novas para os pobres, cativos, cegos e oprimidos (Mateus 11:2-5; Lucas 4:18). Sua atitude para com os desesperados e os aflitos assegurava-lhes perdão e um abençoado retorno à família de Deus (Lucas 15). O perdão de Jesus era gratuito e para aceitá-lo Ele só requeria que as pessoas se arrependessem e fossem fiéis, amando a Deus e às outras pessoas do mesmo modo que Deus as amava (Mateus 5:44-48).
As idéias de Jesus sobre amar a Deus eram claramente ilustradas pelos seus hábitos de adoração em público, oração a sós e absoluta obediência à vontade de Deus. A parábola do bom samaritano é um dos numerosos exemplos em que Jesus mostra que o “próximo” é qualquer um que esteja ao alcance de nossa ajuda e que o amor envolve qualquer serviço que a situação requer. A parábola das ovelhas e das cabras mostra que amor inclui alimentar o faminto, vestir o que está nu, visitar o doente e o que está preso. Com sua vida aprendemos que o amor cura, ensina, defende os oprimidos, perdoa e conforta os que têm dor. Devemos amá-lo como Ele nos amou. Esse amor não espera nada em troca, nunca retorna mal com mal e julga com sabedoria.

NOS ESCRITOS DE PAULO
Os apóstolos que ajudaram na formação das primeiras igrejas cristãs entenderam a revolucionária idéia de que o amor se bastava. Paulo, reforçando a opinião de Jesus, declarava que o amor abrange toda a lei. Sua explicação sobre vários mandamentos contra o adultério, assassinato, roubo e cobiça se resume no amor, porque o amor não causa dano (Romanos 13:8-10). Em Efésios 4:25-5:2 lemos que toda amargura, raiva, mentira, roubo, calúnia e malícia devem ser substituídas por ternura, perdão, bondade e amor.

NOS ESCRITOS DE JOÃO
Para João, o amor era o início de tudo, “Porque Deus amou o mundo” (João 3:16; 16:27 e 17:23). O amor é a crença fundamental dos cristãos, porque Deus é amor (João 4:8 e 16:1). A vinda de Jesus ao mundo e sua morte na cruz nos mostram isso (I João 4:9-10).
A idéia cristã de amor só pode ser preenchida num grupo de cristãos que se mantêm em comunhão. Todos os cristãos experimentam o amor de Deus quando passam a crer em Jesus e praticam esse amor entre si. Porque Deus é amor, isto é central, essencial e indispensável para o Cristianismo.



publicado por ribeiro335 às 14:55
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GÓLGOTA

GÓLGOTA

Gólgota é o lugar perto de Jerusalém aonde Jesus e mais dois ladrões foram crucificados. A palavra Gólgota , que em hebraico e em aramaico significa "crânio", é usada em três dos evangelhos (Mateus 27:33; Marcos 15:22; João 19:17), porém no evangelho de Lucas, é usada a palavra que vem do latim "caveira", que tem o mesmo significado (Lucas 23:33).

A razão pela qual esse lugar era chamado de "o crânio" é decsconhecida, apesar de existirem vários palpites. De acordo com o padre Jerônimo (346-420 D.C.), a Gólgota era um lugar usado para execuções, e portanto havia muitos crânios jogados por ali de pessoas que haviam sido executadas. No entanto, não há evidências que comprovem esta idéia. Outras pessoas sugeriram que era um lugar usado para execução e que "o crânio" era uma figura de linguagem simbolizando a morte. Um teólogo da igreja primitiva Origen (185-253 D.C.) mencionou uma lenda antiga que dizia que o crânio de Adão tinha sido enterrado ali. Outros diziam que o lugar da Crucificação era uma colina com formato de crânio, mas novamente não existem evidências que provem isso e o Novo Testamento não descreve o lugar como sendo uma colina.

Ninguém nem tem certeza de onde exatamente ficava Gólgota. As referências bíblicas nos dão apenas uma idéia vaga da localização. Era fora da cidade (João 19:20; Hebreus 13:12), pode ter sido tanto numa colina como num plateau, pois dava para ser visto a uma certa distância e provavelmente perto de uma estrada visto que a bíblia menciona que havia transeuntes (Mateus 27:39; Marcos 15:29). João descreve como sendo um lugar perto de um jardim que tinha uma cova aonde Jesus foi sepultado (João 19:41). O uso de "o" - "o lugar do crânio" - indica que era um lugar bem conhecido. Aparentemente houve pouco interesse na localização da Gólgota até o começo do século 4. O historiador, Eusebius, que viveu em Jerusalém por muitos anos, disse que o Imperador Constantino instruiu um de seus bispos a achar o lugar aonde Jesus foi crucificado e enterrado. Dizia uma lenda que o bispo foi guiado por uma figura fantasmagórica da Rainha Mãe Helena. O lugar que ele achou continha um templo de Afrodite, o qual foi destruído pelo Imperador. De acordo com a lenda, ele encontrou fragmentos da cruz de Cristo. Ele construiu duas igrejas, e esse é o lugar da igreja do Santo Sepulcro, que ainda existe hoje, apesar de ter sido destruída e reconstruída várias vezes.

Em 1842 um estudioso chamado Otto Thenius, sugeriu que a Gólgota era uma colina rochosa a uns 228.5 metros noroeste do portão de Damasco. O lugar que Thenius mencionou havia sido um lugar aonde antigamente os judeus usavam para apedrejar criminosos. Esse lugar se localizava fora do muro da cidade e tinha o formato de um crânio. Mais tarde o General Charles Gordon sugeriu o mesmo lugar e desde então é conhecido como "A Caveira de Gordon".



publicado por ribeiro335 às 14:37
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Quinta-feira, 25 de Março de 2010
A CEIA DO SENHOR

CEIA DO SENHOR, A

AS PALAVRAS E AÇÕES DE JESUS NA CEIA DO SENHOR

Para entender o significado completo da Ceia do Senhor, temos que examinar cuidadosamente o que Jesus falou e fez na ceia última ceia com seus discípulos.

"ESTE É O MEU CORPO"
Todas as fontes bíblicas dizem a mesma coisa sobre o que Jesus fez quando ele começou a ceia (veja Mateus 26:26; Marcos 14:22; Lucas 22:19; 1 Coríntios 11:23-24). Ele fez três coisas:

1. Ele pegou o pão
2. Ele agradeceu a Deus
3. Ele partiu o pão

Curiosamente, como vemos em Marcos 6;41 e Marcos 8:6, ele fez as mesmas três coisas quando ele alimentou os cinco mil e os outros quatro mil.

De acordo com os quatro relatos da última ceia, o que ele disse quando pegou o pão foi "este é o meu corpo". Há diferentes opiniões sobre o significado preciso dessas palavras. Mas, o que é certo é que Jesus estava indicando que ele daria o seu corpo em sacrifício para que nós tivéssemos vida. Isso se encontra mais claro em 1 Coríntios 11:24, aonde esta escrito "Esse é o meu corpo que entregue por vós" (ou em alguns manuscritos mais antigos "Esse é o meu corpo que é partido por vós").

"FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM"
De cara, essa instrução pareceria o jeito que Jesus encontrou de dizer aos seus seguidores que repetissem essa ação como um sacramento, ou uma cerimônia religiosa, através dos tempos. Mas, como essa ordem só é encontrada em Lucas 22:19 e 1 Coríntios 11:24, algumas pessoas argumentam que o Senhor não tinha a intenção que aquela atitude fosse repetida. Será que este argumento está correto?

Provavelmente não. Nós temos que lembrar que todos os evangelhos foram escritos quando o partir do pão já era uma prática comum na vida da igreja. Mateus e Marcos, no entanto, podem ter achado desnecessário expressar a intenção de Jesus com essas palavras.

Mas mesmo entre os cristãos que concordam que Jesus queria que seus seguidores observassem a ceia do Senhor como algo contínuo, há diferentes opiniões quanto a interpretação dessas palavras. Na igreja católica romana, por exemplo, "faça isso" foi interpretado como "ofereça isso", e a palavra "em memória" foi entendida como se indicando uma representação do sacrifício de Cristo perante o Pai. Portanto na teologia católica, a comunhão é uma espécie de repetição da morte de Cristo. É considerado um sacrifício.
A visão católica tem uma longa tradição do seu lado. No século dois, escritores cristãos se referiam à eucaristia como um "sacrifício". No entanto, protestantes tem considerado geralmente uma outra visão. Para os protestantes, a comunhão não é para repetir o sacrifício de Cristo, mas para relembrar com gratidão que Cristo nos amou a ponto de morrer por nós.

Talvez as posições dos católicos e dos protestantes não estão tão distantes uma da outra como parece em primeira instância. Muitas afirmações dos católicos romanos têm enfatizado o quanto o sacrifício de Cristo na cruz é suficiente e completo. E muitos estudiosos protestantes, apesar de não quererem introduzir um entendimento sacrifical a ceia, enfatizam que "em memória" é mais do que simplesmente se lembrar do que aconteceu no passado. No pensamento bíblico, "em memória" normalmente envolve fazer real no presente o que foi feito no passado (veja Salmos 98:3; Eclesiastes 12:1).

"ESTE É O CÁLICE DA NOVA ALIANÇA"
Jesus pegou uma taça de vinho, deu graças e deu a seus discípulos para que todos eles bebessem. Esse foi o mesmo jeito que ele fez quando distribuiu o pão.

Mas nas palavras Jesus falou do vinho, ele introduziu um novo conceito na discussão sobre a aliança. Mateus e Marcos recordam as palavras de Jesus como "isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança" (Mateus 26:28; Marcos 14:24). Lucas 22:20 fala "Este é o cálice da Nova Aliança no meu sangue derramado por vós" e 1 Corínthios 11:25 é semelhante a isso. Todas essas referências à aliança nos levam de volta ao ritual do Velho Testamento de fazer uma aliança (um acordo ou tratado) com sacrifício, como na aliança entre Deus e Israel depois do Êxodo (Êxodo 24:1-8). Eles também sugerem que a esperança de uma nova aliança, descrita em Jeremias 31:31-34, foi realizada em Cristo.

"É DERRAMADO PARA PERDOAR OS PECADOS DE MUITOS"
O significado da morte de Cristo como um sacrifício está ligado com um entendimento da páscoa e da aliança. No entanto, é importante que nós reconheçamos que a ceia do Senhor também está ligada com o que Isaías 53 diz sobre o Servo sofrido do Senhor se colocou "por expiação do pecado" (Isaías 53:10). Lucas 22:37 inclui entre as palavras de Jesus: "Porquanto vos digo que importa que se cumpra em mim isto que está escrito: E com os malfeitores foi contado. Pois o que me diz respeito tem seu cumprimento." O verso que Jesus cita - Isaías 53:12 - também diz que "derramou a sua alma até a morte," e que ele ; "levou sobre si o pecado de muitos". Mateus 26:28 diz que o sangue de Jesus foi "derramado por muitos para remissão dos pecados". A taça da comunhão, então, deve nos lembrar do sangue de Jesus derramado como uma oferta para cuidar de nossos pecados.



publicado por ribeiro335 às 18:23
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Terça-feira, 23 de Março de 2010
ADOÇÃO
ADOÇAO DE QUE MANEIRA UM CRISTÃO FAZ PARTE DA FAMíLIA DE DEUS? LEITURA BíBLICA: Romanos 8:1-17 VERSíCULO CHAVE: O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. (Romanos 8:16) DEUS NOS ADOTA ATRAVÉS DE CRISTO. Paulo usa a idéia de adoção para ilustrar o novo relacionamento do crente com Deus. Na cultura romana, a pessoa que era adotada perdia todos os direitos de sua antiga familia e ganhava todos os direitos de um filho legítimo em sua nova familia. Se tornava um legítimo herdeiro dos bens de seu novo pai. Da mesma forma que uma pessoa quando se torna cristã, ganha todos os privilégios e responsabilidades de um filho da familia de Deus. Um desses privilégios excepcionais é ser guiado pelo Espírito (veja Gálatas 4:1-7). As vezes não sentimos que pertencemos à Deus, porém o Espirito Santo é nossa testemunha. Sua presença interior nos lembra quem somos e nos encoraja com seu amor (Romanos 5:5). LEITURA BíBLICA: Efésios 1:1-10 VERSíCULO CHAVE: nos predestinou para ele para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade. (Efésios 1:5) A ADOÇÃO ERA O SEU PLANO DESDE O INíCIO Predestinado significa destinado antes. Essa é uma outra maneira de dizer que a salvação é obra de Deus e não o nosso próprio feito. Deus nos adotou como seus próprios filhos. Através do sacrifício de Jesus, ele nos trouxe para dentro de sua família e nos fez herdeiros juntamente com Jesus (Romanos 8:17). Na lei romana, crianças adotadas tinham os mesmos direitos e previlégios que filhos de sangue. Paulo usa esse termo para mostrar como o nosso relacionamento com ele é forte. Para mais detalhes no significado de adoção, veja Gálatas 4:1-7.


publicado por ribeiro335 às 19:45
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MESSIAS

MESSIAS

Messias é um título para Jesus Cristo, o Salvador do mundo. No velho testamento, Deus falou de como Ele enviaria o Messias para salvar seu povo, para fazer tudo certo e para destruir o mal. Os judeus ansiavam pela vinda do herói judeu, mas rejeitaram Jeus Cristo porque eles esperavam alguém diferente. Em vez de um soldado, Jesus era um servo. Em vez de ser um rei poderoso, Jesus morreu em uma cruz. Os judeus não reconheceram o plano de Deus para Jesus como o Messias, mas Jesus ainda sim salva aqueles que acreditaram nele por sua morte na cruz. Ele ressucitou e agora governa acima dos céus.

O SIGNIFICADO DE MESSIAS
O título MESSIAS vem do hebraico, mashiach, e significa “o ungido”. Christos, ou Cristo, refere-se a um indivíduo que é separado para servir a Deus. Esta pessoa seria ungida com óleo – uma prática comum de derramar o óleo sobre a cabeça de uma pessoa. Os sacerdotes eram regularmente ungidos com óleo como um símbolo de servir no altar de Deus (Levítico 4:3). Samuel ungiu Saul e Davi para determina-los como reis. Todos os reis hebreus eram ungidos antes de assumirem suas posições da liderança real. Os reis eram considerados líderes especiais do Senhor (1 Samuel 12:14; 2 Samuel 19:21).

Estas cerimônias introduziram a idéia do Messias - uma pessoa especial separada para o serviço de Deus. Diversas profecias descreveram também um Messias específico, o que ajudou a alimentar as expectativas das pessoas sobre o último Ungido. Uma declaração ainda encontrada em muitos livros de oração judaica é a seguinte: “Eu acredito com um coração sincero que o Messias virá, e apesar da sua vinda tardar, eu ainda esperarei pacientemente por sua rápida aparição”. Apesar de acreditarmos que o Messias já veio a Terra na pessoa de Jesus Cristo, nós devíamos também esperar ansiosamente pela sua segunda aparição. Nós também devíamos ser pacientes e ansiosos pela Sua chegada, desta vez, como o Rei dos reis.



publicado por ribeiro335 às 19:37
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